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segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

FUNCEB inscreve projetos de tecnologia digital - BA

EDITAL DE CULTURA DIGITAL (EDITAL nº 30/2008)

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O Estado da Bahia, através da Secretaria de Cultura - SECULT/Fundo de Cultura da Bahia e da Fundação Cultural do Estado da Bahia - FUNCEB, com objetivo de incentivar a produção e a difusão de conteúdos culturais através de suportes digitais no Estado da Bahia, torna público que no período de 26 de novembro de 2008 a 22 de janeiro de 2009 estarão abertas as inscrições para a seleção e concessão de apoio a projetos cujo objeto ou suporte envolvam as tecnologias digitais e as novas mídias, nos termos do presente Edital e seus Anexos e com observância das disposições das Leis Estaduais 9.433/05, 9.431/05 e 9.846/05 e dos Decretos Estaduais 9.266/04, 9.683/05 e 10.992/08.

Instruções e download em: http://www.fundacaocultural.ba.gov.br

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

FabriCO seleciona Instructional Designers - SC

No ano de 2009, a FabriCO em parceria com a Recrutech, abrem oportunidades para contratação de pessoas com competencia no Desenvolvimento de Material Didatico e outras atividades desenvolvidas pelo Designer Instrucional.

A FabriCO está localizada em São José- SC grande Florianopolis, atuando no setor de educação à distância. Dez (10) oportunidade para Designer Instrucional estão disponíveis. Para esta posição será solicitada a construa de material didático pedagógico de forma criativa com textos apropriados e direcionados, bem como outras atividades de criação para a construção de material diversificado a ser utilizado nos diversos modelos de cursos. Deve, para isso, analisar o conteúdo e o público alvo. É relevante que os candidatos tenham primordialmente, experiência precedente de construção de textos, preferivelmente em empresas de educação a distancia ou de Agências de Publicidade. Ter boa habilidade de escrita, bom português, inglês instrumental assim como fornecer modelos de algum tipo de material criados anteriormente para serem analisados. Os candidatos devem igualmente ter formação em pedagogia, letras, jornalismo ou graduação com certificados de Licenciatura ou diploma em áreas afins.
É pertinente que tenha especialização ou mestrado. Para se candidatar, deve demonstrar pró-atividade, percepção aguçada, concentração e bom relacionamento interpessoal.
Para interessados, serão realizados wokshops abertos para exposição de metodologias utilizadas pela empresa para identificar competencias de participantes para contratação.

Envie seu curriculum para o endereço: curriculum@recrutech.com.br

Att.
--
Andréa Cristina dos Passos
Psicóloga - CRP: 12/07380
cel: +55 48 8842-6751

Escritório Grande Florianópolis
Centro Empresarial TerraFirme
Rua Domingos André Zanini, 277/716 - Barreiros - São José - SC
Tel: +55 48 3029-3120
www.recrutech.com.br

domingo, 21 de dezembro de 2008

Abaixo-assinado contra Projeto de Lei Azeredo


DIVULGUE!

EM DEFESA DA INTERNET - CONTRA O PROJETO DE LEI AZEREDO - LEIA E ASSINE VOCÊ TAMBÉM.


EM DEFESA DA LIBERDADE E DO PROGRESSO DO CONHECIMENTO NA INTERNET BRASILEIRA

A Internet ampliou de forma inédita a comunicação humana, permitindo um avanço planetário na maneira de produzir, distribuir e consumir conhecimento, seja ele escrito, imagético ou sonoro. Construída colaborativamente, a rede é uma das maiores expressões da diversidade cultural e da criatividade social do século XX. Descentralizada, a Internet baseia-se na interatividade e na possibilidade de todos tornarem-se produtores e não apenas consumidores de informação, como impera ainda na era das mídias de massa. Na Internet, a liberdade de criação de conteúdos alimenta, e é alimentada, pela liberdade de criação de novos formatos midiáticos, de novos programas, de novas tecnologias, de novas redes sociais. A liberdade é a base da criação do conhecimento. E ela está na base do desenvolvimento e da sobrevivência da Internet.

A Internet é uma rede de redes, sempre em construção e coletiva. Ela é o palco de uma nova cultura humanista que coloca, pela primeira vez, a humanidade perante ela mesma ao oferecer oportunidades reais de comunicação entre os povos. E não falamos do futuro. Estamos falando do presente. Uma realidade com desigualdades regionais, mas planetária em seu crescimento.

O uso dos computadores e das redes são hoje incontornáveis, oferecendo oportunidades de trabalho, de educação e de lazer a milhares de brasileiros. Vejam o impacto das redes sociais, dos software livres, do e-mail, da Web, dos fóruns de discussão, dos telefones celulares cada vez mais integrados à Internet. O que vemos na rede é, efetivamente, troca, colaboração, sociabilidade, produção de informação, ebulição cultural. A Internet requalificou as práticas colaborativas, reunificou as artes e as ciências, superando uma divisão erguida no mundo mecânico da era industrial. A Internet representa, ainda que sempre em potência, a mais nova expressão da liberdade humana.

E nós brasileiros sabemos muito bem disso. A Internet oferece uma oportunidade ímpar a países periféricos e emergentes na nova sociedade da informação. Mesmo com todas as desigualdades sociais, nós, brasileiros, somo usuários criativos e expressivos na rede. Basta ver os números (IBOPE/NetRatikng) : somos mais de 22 milhões de usuários, em crescimento a cada mês; somos os usuários que mais ficam on-line no mundo: mais de 22h em média por mês. E notem que as categorias que mais crescem são, justamente, "Educação e Carreira", ou seja, acesso à sites educacionais e profissionais. Devemos assim, estimular o uso e a democratização da Internet no Brasil. Necessitamos fazer crescer a rede, e não travá-la. Precisamos dar acesso a todos os brasileiros e estimulá-los a produzir conhecimento, cultura, e com isso poder melhorar suas condições de existência.

Um projeto de Lei do Senado brasileiro quer bloquear as práticas criativas e atacar a Internet, enrijecendo todas as convenções do direito autoral. O Substitutivo do Senador Eduardo Azeredo quer bloquear o uso de redes P2P, quer liquidar com o avanço das redes de conexão abertas (Wi-Fi) e quer exigir que todos os provedores de acesso à Internet se tornem delatores de seus usuários, colocando cada um como provável criminoso. É o reino da suspeita, do medo e da quebra da neutralidade da rede. Caso o projeto Substitutivo do Senador Azeredo seja aprovado, milhares de internautas serão transformados, de um dia para outro, em criminosos. Dezenas de atividades criativas serão consideradas criminosas pelo artigo 285-B do projeto em questão. Esse projeto é uma séria ameaça à diversidade da rede, às possibilidades recombinantes, além de instaurar o medo e a vigilância.

Se, como diz o projeto de lei, é crime "obter ou transferir dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, sem autorização ou em desconformidade à autorização, do legítimo titular, quando exigida", não podemos mais fazer nada na rede. O simples ato de acessar um site já seria um crime por "cópia sem pedir autorização" na memória "viva" (RAM) temporária do computador. Deveríamos considerar todos os browsers ilegais por criarem caches de páginas sem pedir autorização, e sem mesmo avisar aos mais comum dos usuários que eles estão copiando. Citar um trecho de uma matéria de um jornal ou outra publicação on-line em um blog, também seria crime. O projeto, se aprovado, colocaria a prática do "blogging" na ilegalidade, bem como as máquinas de busca, já que elas copiam trechos de sites e blogs sem pedir autorização de ninguém!

Se formos aplicar uma lei como essa as universidades, teríamos que considerar a ciência como uma atividade criminosa já que ela progride ao "transferir dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado" , "sem pedir a autorização dos autores" (citamos, mas não pedimos autorização aos autores para citá-los). Se levarmos o projeto de lei a sério, devemos nos perguntar como poderíamos pensar, criar e difundir conhecimento sem sermos criminosos.

O conhecimento só se dá de forma coletiva e compartilhada. Todo conhecimento se produz coletivamente: estimulado pelos livros que lemos, pelas palestras que assistimos, pelas idéias que nos foram dadas por nossos professores e amigos... Como podemos criar algo que não tenha, de uma forma ou de outra, surgido ou sido transferido por algum "dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, sem autorização ou em desconformidade à autorização, do legítimo titular"?

Defendemos a liberdade, a inteligência e a troca livre e responsável. Não defendemos o plágio, a cópia indevida ou o roubo de obras. Defendemos a necessidade de garantir a liberdade de troca, o crescimento da criatividade e a expansão do conhecimento no Brasil. Experiências com Software Livres e Creative Commons já demonstraram que isso é possível. Devemos estimular a colaboração e enriquecimento cultural, não o plágio, o roubo e a cópia improdutiva e estagnante. E a Internet é um importante instrumento nesse sentido. Mas esse projeto coloca tudo no mesmo saco. Uso criativo, com respeito ao outro, passa, na Internet, a ser considerado crime. Projetos como esses prestam um desserviço à sociedade e à cultura brasileiras, travam o desenvolvimento humano e colocam o país definitivamente para debaixo do tapete da história da sociedade da informação no século XXI.

Por estas razões nós, abaixo assinados, pesquisadores e professores universitários apelamos aos congressistas brasileiros que rejeitem o projeto Substitutivo do Senador Eduardo Azeredo ao projeto de Lei da Câmara 89/2003, e Projetos de Lei do Senado n. 137/2000, e n. 76/2000, pois atenta contra a liberdade, a criatividade, a privacidade e a disseminação de conhecimento na Internet brasileira.


André Lemos, Prof. Associado da Faculdade de Comunicação da UFBA, Pesquisador 1 do CNPq.

Sérgio Amadeu da Silveira, Prof. do Mestrado da Faculdade Cásper Líbero, ativista do software livre.

João Carlos Rebello Caribé, Publicitário e Consultor de Negócios em Midias Sociais

PARA ASSINAR O ABAIXO-ASSINADO, CLIQUE AQUI.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

E-labora seleciona bolsistas - SP

O e-Labora: laboratório de e-learning é um dos laboratórios de desenvolvimnento do Projeto TIDIA - Modalidade Aprendizado Eletrônico, financiado pela Fapesp.

O projeto está iniciando seu último ano e para tal estamos selecionando bolsistas de treinamento técnico para trabalhar aqui na Unicamp em nosso laboratório.

Temos 2 vagas para bolsistas TT-V (R$ 4.508,10), uma para bolsista TT-IVA(R$ 3.110,40) e uma para bolsista TT-IV (R$ 1.898,40). Os requisitos mínimos exigidos devem ser consultados no site da Fapesp (http://www.fapesp.br) , bem como informações sobre o Projeto TIDIA - Aprendizagem Eletrônica e as tecnologias envolvidas no seu desenvolvimento.

início: janeiro/2008 término: dezembro/2008

Perfil dos Bolsistas:
Formação
• Ciência da Computação
• Engenharia de Computação

Requisitos Mínimos
• Programação Orientada a Objetos em Java
• Sólidos conhecimentos em UML
• Experiência em
- J2EE 1.4 ou JEE 5.0
- Java Server Pages (JSP)
- HTML, CSS
• Boa comunicação oral e escrita
• Inglês Técnico

Requisitos Desejáveis
• Bons conhecimentos em algumas das seguintes tecnologias ou ferramentas:
- UML Components
- Struts
- Java Server Faces (JSF)
- JUnit
- Javadoc
- XML
- Eclipse
- ANT
- MAVEN
- SQL
- Hibernate

Tempo de Experiência:
Bolsa TT-V:
Ser especialista em tecnologia da informação, com pelo menos 5 anos de experiência ou título de doutorado na área de análise de sistemas

Bolsa TT-IVA:
Ser especialista em tecnologia da informação, com pelo menos 4 anos de experiência na área de análise de sistemas

Bolsa TT-IV:
Ser especialista em tecnologia da informação, com dois anos de experiência ou título de mestrado na área de análise de sistemas

Os bolsistas aceitos não podem ter vinculo empregatício.

*Candidatos interessados deverão enviar um email de interesse com currículo anexo para Selma (selmacintra@gmail.com) até dia 15.12.2008
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